Hoje estava relembrando a manhã depois do enterro da minha tia, foi numa quinta feira, 12 de julho.

Eu fiquei em casa durante toda a manhã, estava virada desde segunda feira e eu estava planejando como iria matar as assassinas da minha tia, eu queria ver com os meus próprios olhos o sangue delas alvejando o chão e os seus olhares parados, sem qualquer resquício de vida.

Foi o meu momento de maior insanidade, ele me disse na época "Elas são assassinas, você não é como elas e sequer merece habitar a mesma cela que esse tipo de gente". Até hoje, toda vez que eu a vejo (porque uma desapareceu) eu penso nessa frase.

Com o tempo aprendi que a pior coisa que uma pessoa pode passar é ficar viva e sofrendo, e desde aquele dia 10 de julho de 2012, ás 16h46, no hospital Santa Maggiore, eu fiz do meu objetivo de vida DESTRUIR esse tipo de gente miserável.

Lembro que quando a minha família voltou, eu ainda esperava ver a minha tia entrar aqui rindo e me entregando um pacote de mocotó. Quando eu vi que a minha tia/madrinha já não estava mais aqui para me proteger e me amar eu me dopei, para ficar louca de verdade.

Misturei remédios de tarja preta e dormi até às 17h00 da sexta feira, acordei porque as duas assassinas estavam reunidas no apartamento da atual sindica do meu prédio ameaçando a minha outra tia de morte se ela não passasse a senha do cartão da minha madrinha.

Essa mulher continua me infernizando dia a dia e eu estou enlouquecendo porque ela precisa pagar, aos pouquinhos eu estou lembrando os fatos daquele ano e quanto mais eu lembro, mais eu percebo porque preciso virar juíza e fazer a justiça.


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